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November 2007

November 30, 2007

jeremy camp

Jere

nascido em um lar evangelico comecou desde cedo sua vida como adorador. um dos caras que mais curto na musica evangelica, ele tem um historia linda, tem um irmao com sindrome de down que ele ama de paixao, tem uma irma chamada april, todos crentes. um dia desses liguei pra agencia dele e quase cai pra tras quando me disseram que o money pra traze-lo eram 25 mil dolares e mesmo assim o cara que foi muito gentil me disse que ele nao poderia vir anyways porque eles nao liberam jeremy a nao ser que voce leve primeiro alguem que nao seja top. essa agencia simplesmente comanda a nata da musica gospel americana que vai desde third day ateh michael w smith. ele comecou a tocar guitarra com 16 anos, eu comecei com 15, hey quem sabe? o pai dele tambem ministrava louvor e foi com ele que ele aprendeu a tocar. ele tem sucessos no mundo inteiro como 'walk by faith' 'take you back' sao inumeras as musicas dele que fazem enorme sucesso. em 2004 ganhou dois premios dove que eh o oscar da musica evangelica, capa da ccm que eu assino, revista de musica gospel varias vezes.

ele comecou a fazer sucesso de uma maneira interessante, ele fazia louvor na faculdade, os garotos da faculdade ligavam para os pastores e assim que ele era book. agora que eu me lembrei que a algum tempo atras eu liguei pra agencia dele, bem antes dele ganhar o dove, eles cobraram 8 mil dolares, achei caro... 25 mil?? ficou 3x mais caro!

ele perdeu a esposa para o cancer a 4 anos atras, ainda muito novo ele eh viuvo... alias a inspiracao pra ele cantar 'walk by faith' foi atraves dessa perda irreparavel. eu saco o jeremy um cara serio com Jesus.

Jeremycampandfamily06

o novo album dele se chama 'restored'. perguntaram pra ele como ele poderia perder sua esposa e ainda se sentir restaurado... ele diz que confia em Jesus, e diz que ele pode consertar qualquer situacao (what inspiration!). ele casou de novo, tem uma filhinha tao lindinha e procura viver uma vida restaurada. quando melissa a esposa dele morreu, ele procurou um pastor que o disse que nao ficasse revoltado, o que seria uma coisa natural de qualquer ser humano, ainda mais tao novo... esse pastor muito sabio disse que tudo, tudo, tudo que vem de Deus e bom. e disse mais que ele deveria continuar o ministerio de louvor no matter what... que licao!

eu gosto demais do timbre da voz dele, a cor da voz do jeremy eh uma lance que admiro demais. o timbre da da voz do kevin marx ex-dc talk eh outro que queria demais ter a voz pelo menos 10% parecido.

o estilo dele eh um louvor/pop/rock... tava conversando com marco salles do 4/1 uma vez e ele me deu um toque, quando fiz a musica 'eh forte', ele me disse que o segredo estah na pegada de adoracao um pouco mais forte, mais rapida, essa eh a nova tendencia mundial, exatamente o que o jeremy manda!

como eu sei tanto sobre o jeremy? nao, ele nao eh meu amigo e eu nao tenho o telefone celular dele, nem msn... tenho gravado uma entrevista dele no dvr... jah me perdoei por perder o show dele na disney, eu estava 5 min do lugar do show, thanks preguica!

valeu jeremy... Jesus bless ya!

November 19, 2007

gibson...dream!

uma das guitarras que mais amo, conseguiu inovar de uma maneira que vai mudar a maneira de tocar da galera! a guitarra afina sozinho!!!! isso mesmo ela se afina!!! pra quem nao toca isso nao eh nada neh... mas olha pra quem toca isso eh absurdo de vangudarda!! me lembro ateh hoje, quando comecei a tocar como todo mundo, eu nao sabia afinar, entao eu mantinha 3 violoes lah em casa: meu, do meu pai e de um amigo, eu ia tocando e desafinando, meu pai chegava a noite e afinava todos, todo dia era a mesma coisa. agora quando eu vi essa guitarra fiquei amazing e feliz. quando um amigo me disse, achei que ele tinha se enganado, mas quando vi, fiquei de queixo caido. agora eh esperar pra ver quanto eh o estrago, quanto serah?!!!!!

quero ver como a fender vai reagir!!! como a fender eh supertradicional, ela nao entrar nessa onda... ela mantem a mesma linha desde 1950. o legal da gibson que ela nao eh uma guitarra qualquer, eh sem duvida a unica que briga de igual com a fender, entao essa mistura de vanguarda com tradicional da gibson, humilhou!!!

November 18, 2007

'wagner love' bangu

Entrevista pra Marluci Martins do Jornal O Dia (RJ)

Wagner

Rio - Os brincos de 200 dólares e as trancinhas azuis que custam a metade desse valor enfeitam Vágner Love, mas, para os críticos, nada disso torna mais bonito o ‘patinho feio’ da seleção brasileira. O ‘Artilheiro do Amor’, como já foi conhecido o ex-atacante do Palmeiras, nasceu em Bangu.

Mas ainda não marcou o golaço de sua vida: jogar no Flamengo, o time de coração. Enquanto não chega a hora de “pular o muro da Gávea”, Vágner, 23 anos, vai tentando invadir o coração da torcida, a quem Ronaldo acostumou mal. As críticas machucam, mas, em entrevista exclusiva ao ‘Ataque’, o jogador do CSKA promete calar a boca de muita gente. Quem sabe, hoje à noite, contra o Peru, em Lima?

O DIA: É trabalhoso manter essas trancinhas no cabelo? O penteado está dando certo, não é?
Quem faz é uma moça de Guiné-Bissau. Ela cobra 2,5 mil rublos (102 dólares) e gasta uns 50 minutos. Troco a cada três semanas. Gosto de azul, e essa cor está me dando muita sorte.

O DIA:
Além do cuidado com o cabelo, você usa sempre brincos que chamam a atenção. É vaidoso?
Sou muito vaidoso. Sou eu que compro minhas coisas. Comprei esse par de brincos na Rússia...

O DIA: Pagou uma fortuna?
Tenho dois filhos pra sustentar, né? Não sou de gastar uma fortuna. Gastei neles uns 200 dólares. Gosto também de anéis e colar.

O DIA:
Apesar das jóias, você vem de Bangu, não é?
Nasci e fui criado em Bangu. Saí para São Paulo com 14 anos. Cheguei sozinho e fui me virando...

O DIA:
Morando com todo o conforto que tem na Rússia, você sente saudades de Bangu?
Sinto falta dos bailes funk e dos pagodes. As pessoas, por preconceito, inventam coisas que não existem. Dizem que nos bailes rola briga e que tem puteiro. Mas, com 12 anos, eu já ia aos bailes, com minha mãe.

O DIA: Com 12? Fazia o quê, lá?
Eu já era um pouquinho namorador (risos)... Era feinho, mas, quando parava para resenhar, me dava bem. Vem daí o apelido Love. Em 2003, na Copa SP de Juniores, já jogando pelo Palmeiras, levei mulher pra concentração e fui afastado. O pessoal me chamava de “artilheiro do amor”.

O DIA: Qual é o quente do funk?
MC Frank, MC Marcinho, MC Sabrina e Sapão. Eu gostava do Clube Pedra Branca, de Senador Camará. Até hoje, não vivo sem isso. Para jogar, tenho que escutar um funk. Do contrário, não sou eu. O pessoal lá na Rússia acha que sou meio doido.

O DIA: Você ainda vai aos bailes de Bangu?
Nas férias de dezembro, vou lá para ver os amigos e jogar bola. Mas minha casa é no Recreio. Acabo indo para o Olimpo, na Penha, e para o Riviera, na Barra.

O DIA:
Você é rubro-negro assumido. Sonha jogar no Flamengo algum dia?
Aquela camisa é linda. E o que a torcida do Flamengo está fazendo agora é fora do normal. Tenho muita vontade de vestir aquela camisa e ganhar um título. E não quero voltar para o Brasil velho, não. Quero voltar com disposição para correr pelo Flamengo.

O DIA:
Sente vontade de fazer gol em cima do Vasco?
(Risos) Ainda mais que passei por lá em 1999 e, depois de uns testes, fui dispensado, porque o treinador achou que eu não tinha bola pra jogar no Vasco.

O DIA: Já teve algum convite para jogar no Flamengo?
Tive. Após a Copa da Uefa, em 2005, quando fui campeão em Portugal, o Márcio Braga foi ao vestiário, levou uma camisa do Flamengo para mim e me perguntou se eu não queria jogar lá. Aquilo me balançou. Tenho contrato até 2008, vou ficar mais um tempinho fora do Brasil, e acho que a porta do Flamengo está aberta. Se não estiver, vou dar um jeito de pular o muro da Gávea.

O DIA:
Gosta dos russos?
Os russos são um pouco frios, mas a gente tem mudado eles. Além de mim, há muitos brasileiros no CSKA:Daniel Carvalho, Dudu Cearense, Jô, Ramon, Eduardo Ratinho, e, também, o preparador físico Paulo Paixão.

O DIA: Quais foram as dificuldades que o garoto de Bangu sentiu ao chegar à Rússia?
A língua e o frio foram as únicas dificuldades que encontrei. Tratam tão bem a gente que, na concentração, os brasileiros ficam em quartos individuais e, os russos, em dupla.

O DIA: Já sofreu preconceito?
Comigo, nunca aconteceu.

O DIA:
Compreende o idioma?
Entendo muito pouco. Tive duas aulas, mas acabei desistindo. O clube contratou um tradutor.

O DIA: É difícil substituir o Ronaldo na Seleção?
É um desafio, porque ele é um ídolo mundial. Um fenômeno. E todo mundo ficou acostumado com o Fenômeno na Seleção...

O DIA:
Você se sente, às vezes, o ‘patinho feio’ da Seleção?
Eu me sinto. Às vezes, fico muito triste, mas tento manter a tranqüilidade. Sei que tenho potencial para ocupar essa vaga de titular, mas venho sendo muito criticado...

O DIA: Tem fé no seu futebol?
Ainda vou calar a boca de muita gente. Ah, vou

Marluci Martins O DIA

November 14, 2007

entrevista do kaka a revista enfoque!

Kaka_1
*por Virgínia Rodrigues (Revista Enfoque MK)

Em São Paulo, diante da equipe de jornalismo da Enfoque, estava um supercraque do futebol. Aquele que tem chamado a atenção da mídia, da torcida, dos fãs e também do público evangélico. Mas o homem-atração mostrase simples, senta no sofá, abre um sorriso e responde a tudo, certo de que sua fé está acima de qualquer jogada. Base cristã e formação bíblica são o que não falta para Ricardo Izecson Santos Leite, conhecido no mundo inteiro por Kaká, seu apelido de garoto. Profissional da bola, é contratado do clube italiano Milan até o ano de 2009. E desde 2002 está escalado para a Seleção Brasileira, tendo participado do Tetracampeonato. Seu talento foi descoberto aos 8 anos de idade, quando jogava futebol no Colégio Batista. A partir de então, Kaká vem sendo destaque, despontando não somente como bom jogador, disciplinado, educado, discreto, mas também como um qualificado seguidor de Cristo. Simpático, bonito e totalmente comprometido com Caroline Celico, de quem é noivo desde o dia 20 de abril, o moço nesta entrevista abre o coração para falar como atleta, homem apaixonado, evangélico e pessoa humana.

ENFOQUE - Você nasceu em lar evangélico. Mas como amadureceu sua fé? KAKÁ - Chegou um ponto na minha vida em que eu precisava viver uma experiência individual com Deus, crescer espiritualmente. Meus pais fizeram a parte deles. Depois comecei a caminhar com as minhas próprias pernas, e um grande passo que dei foi o meu batismo aos 13 anos na Igreja Renascer. A partir daí, tudo foi acontecendo muito mais rápido e mais forte na minha vida, tendo experiências com Deus muito maiores.


ENFOQUE -
Como foram seus primeiros contatos com a bola?
KAKÁ - Eu estudava no Colégio Batista, e o professor de Educação Física chamou minha mãe, pedindo que me colocasse numa escolinha de futebol porque achava que eu tinha talento. Eu tinha 8 anos. Ela fez isso, e eu fiquei jogando nesta escolinha durante um ano. O treinador era o do Alphaville Tênis Clube e acabou me levando para lá, onde fiz uma final contra o São Paulo. No outro ano, fiquei sócio do clube e comecei a jogar pelo São Paulo.


ENFOQUE -
Mas você tinha um problema para um garoto de sua idade.
KAKÁ - Sim. Eu tinha problemas de crescimento. Tinha dois anos de atraso na minha idade óssea. Então, era pequenininho, magrinho... Quando tinha 11 anos, meu corpo era o de uma criança de 9. Meus pais ficavam preocupados se eu ia crescer ou não. Então, o São Paulo começou a fazer um trabalho de desenvolvimento, de acompanhamento do meu físico. Mas só cresci a partir de 15 anos. Hoje tenho 1,85m de altura.

ENFOQUE - Como foi sua adaptação à mudança para a Itália?
KAKÁ - Foi uma grande bênção. Estou num grande clube da Europa e junto de toda minha a família. Meus pais moram comigo, meu irmão também joga no clube em uma categoria abaixo do profissional, os juniores. O grande problema na Itália é em termos de igreja e propagação do Evangelho, pois eles são muito ligados ao catolicismo. Mas tenho sido abençoado, falado e mostrado o poder de Deus por meio da minha vida.

ENFOQUE - O que foi mais fácil e mais difícil na adaptação naquele país? KAKÁ - Acho que o mais fácil foi a comida. A massa italiana é inigualável.
A maior dificuldade é o frio. O inverno de lá é realmente cruel.

ENFOQUE - Faz parte de algum grupo dos Atletas de Cristo lá?
KAKÁ - Sou um Atleta de Cristo, mas não faço parte diretamente dos Atletas de Cristo.

ENFOQUE - E como é estar na Itália e ter uma comunhão com a Igreja?
KAKÁ - Lá fico sempre ligado na internet, escuto o culto pelo rádio, recebo ministrações e pregações e sempre que possível ligo para o apóstolo Estevam Hernandes, meu pastor. Minha mãe ajuda em oração. A gente está sempre orando em família, lendo a Bíblia, fortalecendo a nossa fé.

ENFOQUE - Como é seu relacionamento com os atletas do Milan?
KAKÁ - Excelente! No primeiro ano me receberam muito bem e não tive problemas de ciúmes. Logo que cheguei, o treinador me deixou como titular, e ninguém implicou. Jogo com mais três brasileiros, que são o Serginho, o Cafu e o Dida, excelentes companheiros, pessoas fundamentais na minha adaptação. E no time apenas eu sou evangélico.

ENFOQUE - Como se posiciona diante de situações que provam sua fé?

KAKÁ -
Eu estabeleci na minha vida que a opção que fiz foi de seguir o Evangelho, seguir Jesus e me firmar em Deus. Então, pode vir vento, tempestade, que minha vida foi firmada na Rocha. Venha fama, dinheiro ou provações, há coisas, valores muito mais importantes que prefiro manter. É dessa forma que vivo e aproveito a fama para falar e dar meu testemunho. Se não vamos levar nada daqui, quero ganhar é no meio espiritual.

ENFOQUE - Com toda esta convicção, que pessoas já aceitaram o Evangelho por meio de você?
KAKÁ - Muitas vidas foram alcançadas por intermédio do meu testemunho. Um grande exemplo é minha noiva, que não era evangélica quando nos conhecemos. Sempre orei ao Senhor para que me desse uma mulher de Deus. E muitas vezes a mulher de Deus não é aquela que vive dentro da igreja. Essa foi uma lição que aprendi. A gente cresce com aquela religiosidade, pensando que a mulher de Deus está dentro da igreja e muitas vezes não é assim. Há várias formas de Deus trabalhar. Sempre pedi uma mulher de Deus, que mesmo estando fora da igreja, tivesse um coração para Deus. Nosso namoro foi marcado por alguns sinais. Por exemplo, eu não queria convidar a Caroline para ir à igreja porque seria muito fácil ela ir para me agradar. Disse que se fosse uma mulher de Deus, ela desejaria ir por vontade própria. E foi assim que aconteceu. Depois de três meses de namoro, ela se interessou em conhecer a igreja. Após seis meses, foi batizada e está crescendo na igreja, faz cursos para formação de pastores e líderes. Ela é um grande testemunho de salvação.

ENFOQUE - Qual é a diferença entre o futebol europeu e o brasileiro?
KAKÁ - O italiano, com que estou mais acostumado, tem muita marcação. É um futebol muito tático; usam pouco a criatividade. Quando cheguei lá procurei mesclar um pouco dessa disciplina tática deles com a criatividade e espontaneidade do jogador brasileiro.

ENFOQUE - E qual é a diferença de preparação física do Milan e do São Paulo?
KAKÁ - A diferença está nos treinamentos. No Brasil, no São Paulo, a gente treinava por um período longo e com pouca intensidade. Na Itália, treinamos num período curto com muita intensidade. Basicamente a diferença é essa.

ENFOQUE - Desde muito novo, seu nome estava nas escalações da Seleção. Como lida com essa responsabilidade e cobrança?
KAKÁ - Fico feliz porque é muito bom você ter responsabilidade cedo. Isso faz a gente crescer, amadurecer. E eu sempre sonhei em ser titular da Seleção. Acho que todo garoto que sonha em ser jogador, sonha com a Seleção Brasileira. E espero que possa fazer uma bonita história na Seleção e ficar muito tempo jogando com a camisa verde e amarela.

ENFOQUE - No futebol existe a expressão "Maria Chuteira". Como encara esse tipo de assédio?
KAKÁ - Com o valor da fidelidade, o valor de ter a minha namorada e ser fiel a ela. Então, não tenho problema com Marias Chuteiras. Fico feliz por ter fãs, por aqueles que torcem por mim, pelo profissional que sou. Mas tenho minha noiva agora e essa parte do meu coração está preenchida.

ENFOQUE - Seu irmão Rodrigo também está jogando no Milan. Você acha que isso é um motivo de especulação de ele estar jogando lá por sua causa?
KAKÁ - Não, de forma alguma. Ele é bom de bola, joga como zagueiro, e vai depender dele. Quando se tornar um jogador profissional, aos poucos, vão tirar esse rótulo de ele ser irmão do Kaká para que se torne Rodrigo.

ENFOQUE - Em seu convívio com os jogadores brasileiros, você tem tempo de evangelizar alguém?
KAKÁ - Na Seleção existe um maior número de evangélicos. Normalmente, sou eu, Lúcio, Zé Roberto, Edmilson, Ricardo Oliveira... Um grupo grande. Então, é mais fácil estar falando, fazendo reuniões e convidando os jogadores para participar.

ENFOQUE - Em que momento de sua vida sua fé foi mais provada?
KAKÁ - Ela é sempre provada. Mas teve um momento, antes de eu me tornar jogador profissional, em outubro de 2000, em que fui descer no escorregador da piscina em Caldas Novas, onde mora o meu avô paterno, e bati com a cabeça no fundo da piscina. Meu pescoço virou e eu fraturei a sexta vértebra, precisando usar um colete cervical e ficar em casa de repouso. Acho que são coisas que a gente tem de passar para aprender, para ser provado, para que sejamos habilitados. Naquele momento, eu não entendia por que estava passando por aquilo, mas meses depois, houve uma grande revolução na minha vida e eu me tornei um jogador profissional do São Paulo, em janeiro de 2001.

ENFOQUE - Você é o craque da bola. Mas gosta de outro esporte?
KAKÁ - Gosto de jogar tênis, quando eu posso. Gosto de vôlei, natação... e sempre muito ligado ao futebol (risos).
ENFOQUE - Você participa de alguma iniciativa social ou dá apoio?
KAKÁ - Sim. Sou embaixador da ONU do Programa Alimentar Mundial contra a Fome, com sede em Angola. Uma iniciativa de luta contra a fome no mundo, uma grande porta que Deus abriu para mim.

ENFOQUE - Você é vaidoso? Como você se cuida?
KAKÁ - Não sou relaxado, mas não sou vaidoso ao extremo. Sou normal, penteio o cabelo, uso perfumo, escovo os dentes, tomo banho, nada demais (risos).

ENFOQUE - Como é namorar à distância?
KAKÁ - Muito difícil! São dois anos que a gente está namorando à distância. Mas, graças a Deus, acabou porque ela terminou os estudos do ensino médio e agora vai ficar pertinho de mim.

ENFOQUE -  Com 23 anos você está se preparando para casar. Não acha muito cedo?
KAKÁ - Não. Acho que isso é um rótulo que acabaram colocando sobre casamentos que acontecem cedo e que podem não dar certo. Não acredito nisso. Acredito na promessa que Deus tem para minha vida, que é ter uma família, ter minha esposa. Tenho um bom exemplo dentro de casa. Meus pais casaram cedo também e eles estão juntos até hoje. Acho que existem muitos bons exemplos para estar seguindo e não pegar referências que o mundo tem para dar.

ENFOQUE - Quais os planos para o casamento? Tem alguma idéia de onde vai ser?
KAKÁ - Namoro a Caroline há dois anos e meio, e em breve sai o nosso casamento. Provavelmente, será na igreja em que congrego, na Renascer de São Paulo. Pretendo fazer uma festa normal para os amigos e para as pessoas queridas que acompanharam a minha vida e a dela. Vai ser em breve, mas não temos ainda uma data.

ENFOQUE - É verdade que, no contrato com o Milan, você pediu para que sua noiva pudesse viajar sempre para a Itália?
KAKÁ - No contrato, tenho direito a algumas passagens e a inclui, por ser minha namorada, e também minha família. Assim, todos da minha família e minha noiva têm passagens para Milão. É uma prioridade, uma necessidade. É difícil namorar à distância, mas, sempre que possível, peço para ela ir a Milão para que a gente possa ficar junto.

ENFOQUE - Como você lida com os momentos de derrotas nos jogos?
KAKÁ - Realmente, é difícil. Mas já cheguei numa fase da minha carreira em que aprendi a lidar com a derrota. Mas procuro fazer tudo enquanto estou dentro de campo, dar o máximo que posso para que saia com o dever cumprido, sabendo que fiz o que pude para que eu, fora de campo, não fique arrependido, pensando: "Podia ter corrido mais um pouquinho." Então, essa é a forma como lido com a derrota. Davi, enquanto seu filho esteve doente, jejuou e sofreu. Depois que morreu, ele partiu para a vida e deu um banquete. Portanto, é mais ou menos dessa forma.

ENFOQUE - E o tema virgindade? Como fala sobre o assunto?
KAKÁ - Sempre me coloco imparcial. As pessoas acabam rotulando você. Esse é um assunto que não gosto mesmo de estar comentando e falando. Acho que o fã tem o direito total de saber da minha vida particular, mas não da minha vida íntima. Sobre a pessoa que está comigo e as decisões que tomo ou que tomei, cabe a mim, a Deus e à pessoa que está comigo.

ENFOQUE - Na Itália há muito paparazzo atrás de você?
KAKÁ - Demais! O que mais tem na Itália é isso. Você não pode sair sossegado nas ruas. Mas a maior preocupação é para aqueles que fazem coisa errada. Eu sou tranqüilo, tenho só a minha namorada, minha família. Outro dia, me pegaram com a minha mãe na rua e colocaram na manchete: "Quem é essa que está do lado dele? Será que é a nova amante?" Aí, embaixo, aparecia outra frase dizendo que era só a minha mãe fazendo compras comigo (risos).

ENFOQUE - Você tem fã-clube na Itália?
KAKÁ - Tenho, mas lá é muito diferente. Normalmente, o fã é o fã pelo futebol, não é o fã como aqui. Eles são admiradores do futebol.

ENFOQUE - É verdade que uma vez uma fã furou o bloqueio de segurança e foi pedir você em casamento?
KAKÁ - Bem, ela não furou o bloqueio. Eu pedi para que ela entrasse e tirasse uma foto comigo. Depois, realmente, ela fez o pedido de casamento. Ela disse que há três anos vivia daquela forma, que não agüentava mais e que estava indo ali para ouvir uma resposta sim ou não. É duro porque não sei até que ponto existe o sentimento, pois não gosto de brincar com os sentimentos de ninguém. Falei para ela que estava noivo e que ia casar com outra pessoa. Não sei qual foi a reação dela depois. Fico feliz por ter fãs, mas, às vezes, é difícil...

November 12, 2007

isso que eh torcida!!!

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